24 de mai de 2011

A inconstância...


Às vezes consigo dizer o que desejo

Em outras não sei ao certo por onde sigo

Não sei os sonhos que me encanta

São tantos querendo emirgir

Querendo um espaço para voar

Levando embora meus momentos vagos

Às vezes consigo navegar

por entre nuvens e estrelas

Em outros instantes

Não saio do chão

Presa com correntes fincadas na mais profunda terra...

...

Às vezes vejo beleza no mais simplório dia

Em outros não quero sequer acordar

São tantas facetas do meu ser

São tantas inconstâncias dentro de mim

Que paro... num canto... silencioso e vazio...

Tentando resgatar mais dias de viagens aos céus

mais dias iluminados por pensamentos de alegria...

Às vezes consigo

Em outros ... a corrente me prende firme...

e fico inerte...

...apenas com a lembrança do que eu era

um dia antes...

2 comentários:

Aquela que pensou... disse...

Sofremos do mesmo mal... seu texto descreve perfeitamente!
Bjs

Robson Luiz disse...

''Às vezes vejo beleza no mais simplório dia

Em outros não quero sequer acordar

São tantas facetas do meu ser

São tantas inconstâncias dentro de mim

Que paro... num canto... silencioso e vazio...

Tentando resgatar mais dias de viagens aos céus

mais dias iluminados por pensamentos de alegria...''

Esse trecho simplesmente me matou Régi...tenho me sentido assim na maior parte do tempo.. por motivos bem complicados de se contar... mas agradeço á você por compartilhar as indagações da sua alma.. Tocam pessoas que como eu, só querem compartilhar os mesmos devaneios.. alivia um pouco mais as coisas sabe? Um beijaçooooooo querida!