22 de nov de 2010

...tão pouca...

O obscuro dos dias
O escurecer dos olhos
Em tempos distintos
Nada clareia
De certo...
São só instantes
Tão logo
Vai-se
Para onde
Que se esconde
Não parei para saber
Mas perde-se
Em algum lugar
Ou morreu no passado distante
O obscuro dos olhos
O dilatar das pupilas
A lágrima gélida
No rosto coberto
Sem saber
O que dizer
Sem saber
O que contar
Sem querer falar
Só caminhando
De certo
Sem certo
Ali
Andando
Porque... já não se sabe...
Para onde prosseguir...

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