26 de fev de 2010

Entrada proibida

Não abro a porta para que me enxerguem
Não abro nenhuma fresta para que alguém me descubra
Prefiro a voz translouca
Os beijos loucos
As noites curtas
Não quero mais coração machucado
Noites amargas
Choro nos lábios
Mundo derrotado tristeza no peito...
Não abro nem a janela para a brisa entrar
Não quero nenhum canto de pássaro
Não desejo nenhuma mão para afagar
Não quero nennhuma falsa bonança
No final é tudo sempre igual
Antes que ... a decepção reapareça
Lacro tudo...
Nada me alcança
Vivo sozinha no meu mundo..
Com meus personagens e contos
NUma vida insana... perfeita e colorida!

Um comentário:

caeje disse...

POssso ou num posso...rs