25 de set de 2009

O SONHO

Não sei onde eu navego
De onde vem essas nuvens negras
Não sei porque o mar está tão calmo
Como se enrijecesse morto
sem razão de expulsar meu barco lento
Não sei porque meus pés não alcançam a terra
Se o mar não se incomoda com minha partida
Não sei porque não existe nenhum sopro de sonho
Trazendo a turbulência....
A brisa suave
Dias cinzas...dias perdidos e loucos
Onde encontro alguém que me salve
E faça o Sol sair?
Que faça a noite cair?
E o cenário desse sonho mexer?

Não sei... vou vagando inerte por aí...
Se encontrares por favor... fale de mim..
Que busco um sopro...
Um sopro de sonho pra viver...

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