27 de nov de 2007

Segundo Qualquer

Peca-se o sonho em ter momentos tolos
Daqueles profanos
Que poucos são capazes de entender
Vai me dizer
Que não sente vontades do nada
Em me ter um tanto pertinho sem saber o que fazer?
Peca-se o desejo louco
Com idéias doentes de uma noite longa
O copo cheio de vinho e transbordando de alegria
Peca-se cada doido segundo longe
Embriagado de euforia
Só pelo perfume dos cabelos longos
Peca-se na espera de algo improvável acontecer
Simplesmente porque talvez seja algo difícil de conter
Diz que não é verdade
Bom sentir emoções
Mesmo não podendo
Vale a pena que seja por um momento

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